“Talvez não seja amor. Talvez seja algo bem parecido ou talvez seja algum sentimento disfarçado. Vai que é paixão; aquelas paixões de verão. Mas pode ser carência. Isso, carência. Mas e se for falta de atenção? Se for uma necessidade extrema de um abraço apertado, de um beijo bem dado? Mas também pode não ser nada. E isso me preocupa. De todas as coisas possíveis. Só não pode ser ilusão. Não pode ser.”
“Hoje eu só queria ouvir: Eu te procurei pra saber se você estava bem.”
“Acontece que, com o tempo a gente passa a acumular coisas, guardá-las em um baúzinho que só você sabe onde fica. E quando ele transborda e não cabe mais nada, restam-se apenas um rio de lágrimas em sua volta. Daí, por mais que seja doloroso, você tem que esvaziá-lo, pegar um barquinho e ir em frente.”
“- Eu sou muito chata né? Muito emotiva, muito sensível, muito nhé nhé nhé, desculpa.
- Você é linda.”
“Eu também sei fingir. Sei fingir sobre muitas coisas. Sei fingir que não me importo, que não ligo, que não sinto falta, que não faz diferença, que não me canso, que não dói, que não me faz chorar, que não me destrói, que não me afasta, que não me faz pensar, que não dá um nó inexplicável na garganta.. E são poucos os que percebem que disfarço tudo isso sorrindo.”